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Marketing Digital
Criado em 28 out 2025
Por: Smarten
O editorial cumpre um papel especial na comunicação institucional e jornalística. Ele é o espaço onde uma organização, veículo de imprensa, ou até mesmo uma agência responsável pelo conteúdo, como a Smarten, assume publicamente sua posição sobre um tema relevante. É nesse formato que se constrói reputação, demonstra autoridade e traça linhas de diálogo com o público. Porém, poucos compreendem a fundo sua estrutura, funções e o potencial impacto sobre a percepção do leitor. Entender como e por que produzi-lo é um passo estratégico para empresas e veículos interessados em fortalecer sua presença e confiabilidade no mercado.

O conceito de editorial na comunicação
Na prática, quando se fala em editorial, pensa-se no texto que expressa a opinião institucional de um jornal, revista, site, ou empresa sobre determinado tema. Em ambientes institucionais, ele ganha ainda mais força. Segundo a Cartilha de Redação Web do Governo Eletrônico, conteúdos opinativos devem ser devidamente estruturados para favorecer entendimento, clareza e navegação, três pontos perceptíveis em bons editoriais.
Em jornais tradicionais, esse formato é assinado pelo veículo e, por isso, carrega o peso da entidade diante do público. No contexto corporativo, não é diferente. O editorial vai além de apresentar informação: ele sinaliza valores, visões e até determina a linha de conduta da marca em questões amplas (sociais, econômicas, culturais).
É o texto que representa a voz da organização.
No campo do marketing de conteúdo, editoriais mostram o posicionamento da empresa sobre tendências, inovação, desafios do setor e até mesmo temas polêmicos, sempre de olho na relevância do diálogo com a audiência. E, como destacado pela Smarten em seus projetos, criar conteúdos institucionais sólidos é parte central da reputação digital.
A estrutura do editorial: do início ao fim
Embora existam variações de formato conforme o canal, o editorial típico segue um roteiro claro: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Introdução
A abertura do editorial, a introdução, apresenta o tema, contextualiza a discussão e, muitas vezes, aponta por que aquele assunto é relevante naquele momento. Essa primeira camada deve captar a atenção do leitor, mostrando de maneira objetiva sobre o que será tratado. É, como dizem alguns autores, o convite para a conversa.
Desenvolvimento
Essa é a parte central. Expõe argumentos, apresenta dados, confronta pontos de vista e constrói a narrativa opinativa. É nesse momento que a lógica institucional se manifesta, trazendo o método de pensamento típico daquela marca ou veículo. Segundo o Guia de Comunicação Cidadã, citar referências no corpo do texto reforça a credibilidade, sendo um recurso muito utilizado nos bons editoriais.
Conclusão
A conclusão reafirma a posição da instituição, sugere caminhos, propõe soluções ou aponta reflexões finais. Nem sempre traz uma resposta definitiva, mas deixa clara a postura assumida frente ao debate apresentado. Essa etapa pode ser forte e breve, marcando a memória do leitor, ou mais suave, instigando o pensamento crítico.
Um bom editorial termina quando o leitor para para refletir.
Funções do editorial
Além de apresentar opiniões, o editorial cumpre algumas funções estratégicas dentro de qualquer organização. Veja alguns exemplos:
- Orientar a opinião pública: Ajuda a guiar o debate social sobre temas de interesse coletivo.
- Defender princípios: Manifesta os valores da empresa ou veículo sobre ética, responsabilidade e inovação.
- Gerar engajamento: Provoca reações, comentários e compartilhamentos, estimulando o diálogo com a audiência.
- Aumentar autoridade: Reforça o papel institucional da marca como referência no setor.
- Prestar contas à sociedade: Torna a comunicação mais transparente, em concordância com órgãos oficiais como a Secretaria de Imprensa do Governo Federal, que destaca a importância de informar e divulgar ações para a sociedade.
Principais tipos de editorial e suas diferenças
Existe uma variedade significativa de modalidades editoriais, cada uma adequada a diferentes propósitos institucionais. Os principais tipos são:
- Doutrinário: Usa a opinião institucional para reafirmar princípios, missão e valores da organização.
- Informativo: Alinha um posicionamento opinativo com dados e fatos que contextualizam o cenário tratado.
- Polêmico ou de denúncia: Toma posição firme, apontando críticas ou irregularidades, sempre embasado por argumentos sólidos.
- Homenagem ou elogio: Destaca conquistas internas ou externas, reconhecendo esforços relevantes para o setor ou sociedade.
- Persuasivo: Busca convencer o leitor a adotar determinada postura, apoiar causas, ou aderir a projetos.
A escolha do tipo depende do contexto, dos objetivos de comunicação e da natureza da mensagem a ser transmitida. Por exemplo, em momentos de crise, veículos e organizações costumam publicar editoriais opinativos mais incisivos, entregando posicionamento claro para proteção (ou resgate) da imagem institucional.
Como escolher temas e embasar argumentos?
Selecionar o assunto correto para um editorial faz toda diferença no impacto a ser alcançado. A Smarten, por exemplo, acompanha as principais movimentações no segmento de marketing, vendas e tecnologia para identificar questões que realmente importam para os leitores. O segredo está em unir:
- Pautas atuais e recorrentes no setor ou sociedade
- Tendências identificadas por monitoramento de dados
- Demandas de clientes ou leitores
- Análises de especialistas e órgãos reguladores
Para sustentar argumentos, é preciso mais do que opinião:
Dados, fatos e referências são aliados do editorial de peso.
O Guia de Comunicação Cidadã orienta o uso de referências no corpo do texto, com termos como “conforme” ou “de acordo com” para promover transparência. Já a Cartilha de Redação Web do Governo Eletrônico destaca a importância da estruturação em camadas, apresentação geral, explicação genérica e detalhamento, para facilitar a compreensão.
Linguagem, estilo e persuasão
A linguagem de um editorial merece atenção redobrada, pois é nela que reside a autoridade da instituição. Adota-se geralmente o tom formal, impessoal e, ao mesmo tempo, acessível, para dialogar com uma audiência diversa.

Algumas técnicas para fortalecer a persuasão em editoriais:
- Construir frases curtas e diretas: Elas são mais fáceis de serem compreendidas.
- Variar estrutura de sentenças: Alternar períodos longos com curtos garante leitura dinâmica.
- Evitar regionalismos: Prefira linguagem neutra para alcance nacional.
- Garantir impessoalidade: O sujeito é sempre a organização, nunca o indivíduo.
- Utilizar termos de moderação: Oposição e ponderação constroem credibilidade.
- Oferecer dados confiáveis: Informação embasada aumenta poder de convencimento.
Quem escreve o editorial assume responsabilidade sobre o que expressa em nome da instituição. Por isso, todas as opiniões precisam ser fundamentadas, longe de conteúdos sensacionalistas.
Exemplos práticos e resultados de sucesso
Há muitos casos reconhecidos no panorama nacional, nos quais o editorial se mostrou transformador. No ambiente digital, portais de órgãos públicos usam frequentemente editoriais para explicar mudanças legislativas, como visto no Decreto nº 95.676/1988 sobre Comunicação Social. Empresas de diversas áreas lançam editoriais para dividir seu posicionamento sobre pautas ambientais, sociais ou tecnológicas.
Na Smarten, projetos que integraram editoriais bem estruturados ao seu case de sucesso em estratégia de conteúdo observaram aumento de engajamento dos leitores, maior compartilhamento em redes sociais e reforço do tráfego de clientes qualificados. A argumentação sólida e o posicionamento institucional claro foram citados pelos clientes como diferenciais na conquista de novos negócios.
O editorial serve como bússola comunicacional.
Isso pode ser comprovado não só no ramo privado, mas também em órgãos públicos, que seguem à risca diretrizes como acessibilidade e transparência, conforme orientado no Manual de Edição do Governo Digital.
Posicionamento crítico e argumentação fundamentada
Assumir um olhar crítico é o que diferencia um editorial impactante de uma opinião rasa. Tal posicionamento não significa apenas criticar, mas mostrar capacidade de análise, contextualização e, principalmente, respeito pelo contraditório. Documentos como a Cartilha de Redação Web recomendam a contextualização cuidadosa dos temas, evitando ruídos de comunicação ou interpretações erradas.
Para fortalecer a credibilidade do editorial e, consequentemente, a confiança no emissor da mensagem, a argumentação precisa ser sustentada por:
- Fontes identificáveis e verificáveis
- Comparações com dados históricos
- Indicações de documentos ou notícias oficiais
- Referências diretas a legislações vigentes
No blog da Smarten, as estratégias sempre buscam atentar para essas exigências, para que cada conteúdo reflita os pilares de ética, transparência e impacto. Ao aplicar isso em séries de conteúdo sobre marketing, a leitura se torna fluida e confiável para quem busca informação embasada.
Renovando o editorial para novos públicos
Hoje, editorial não se resume às tradicionais páginas de jornais. Ele está presente em blogs, newsletters de empresas, podcasts e até redes sociais. Esse formato ganhou dinamismo, podendo se valer de vídeos, infográficos e debates em tempo real.

Para ambientes digitais, recomenda-se atenção a dois pontos fundamentais:
- Acessibilidade: Os textos devem permitir acesso amplo, seguindo diretrizes como as do Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (e-MAG).
- Formatos adaptáveis: O mesmo conteúdo pode ganhar versões em texto, áudio ou vídeo.
De acordo com documentos da Secretaria de Imprensa do Governo Federal, a pluralidade de canais de distribuição amplia o potencial de influência do editorial, tornando sua função ainda mais estratégica.
Conclusão: Por que apostar em editoriais?
Em qualquer cenário, seja instaurando um debate, defendendo princípios ou esclarecendo sua visão de mundo, o editorial é ferramenta para quem busca autoridade, reputação e relacionamento duradouro. Ele fortalece laços institucionais e, quando executado com embasamento, gera resultados concretos: aumenta a confiança do público, incentiva o engajamento e coloca a marca como referência no seu segmento.
Se sua instituição deseja se posicionar de forma clara, responsável e influente, vale incluir editoriais na rotina comunicacional. A Smarten já observou melhorias significativas em resultados, tanto de alcance quanto de percepção, ao fundamentar o conteúdo em práticas estatisticamente comprovadas. Aproveite a oportunidade para fortalecer sua reputação, conheça mais sobre nossos projetos e descubra como criar editoriais que transformam opinião em ação.
Perguntas frequentes sobre editoriais
O que é um editorial?
Editorial é o texto opinativo que expressa a posição oficial de uma organização, veículo de comunicação ou empresa sobre determinado tema, servindo para orientar, informar ou influenciar seu público. Ele representa a voz institucional, distinta dos artigos assinados por colaboradores individuais.
Qual a função principal do editorial?
A principal função do editorial é posicionar publicamente a instituição diante de temas relevantes, estabelecendo diálogo crítico com a sociedade. Ele serve também para fortalecer valores, esclarecer decisões e ampliar o engajamento com leitores ou clientes.
Como um editorial impacta a comunicação?
O editorial impacta a comunicação ao oferecer clareza sobre a visão institucional, criar pontos de identificação com o público e validar a credibilidade da mensagem. Por meio dele, a instituição se mostra transparente, influente e aberta ao diálogo, consolidando sua reputação.
Quais são os tipos de editorial?
Existem vários tipos, como doutrinário (reafirma princípios), informativo (contextualiza e explica), polêmico (aborda temas controversos), de denúncia (aponta irregularidades), homenageando (elogia conquistas) e persuasivo (convoca à ação). A escolha depende do objetivo e contexto do emissor.
Como escrever um bom editorial?
Para escrever um bom editorial, recomenda-se: selecionar temas relevantes, embasar argumentos com fatos confiáveis, adotar linguagem formal e impessoal, ajustar o texto à estrutura padrão (introdução, desenvolvimento, conclusão) e garantir posicionamento crítico sem perder clareza. Exemplos e referências fortalecem a argumentação e aumentam a influência do texto.
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